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BRASIL, Nordeste, JOAO PESSOA, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Cinema e vídeo
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Amigos,

É bom fecharmos mais um ciclo anual, nessa existência, com votos de feliz natal, feliz ano novo e feliz mais isso ou aquilo. Mas creio que o melhor é tomarmos ciência de que o ano que se anuncia será mais uma chance para nos tornamos melhores pessoal e profissionalmente. Mais uma chance de colocarmos nossa cabeça, tronco e membros pra trabalharem mais em prol dos sonhos, dos desejos e anseios que temos invés de gastarmos energias com coisas fúteis e de menor importância.

Essa nova oportunidade que ganhamos cada vez que vemos e sentimos a luz do sol é única e intransferível e será ótimo se fizermos por merece-la. Seja melhor, se torne mais ativo e criativo, não se descuide dos lados, mas, olhe principalmente para frente porque o seu futuro é criado com as atitudes que você toma no hoje.

Independente da sua crença, creia principalmente em você, no seu potencial e faça tudo por merecer cada chance que aparecer, melhor ainda, faça a chance acontecer, crie a ocasião e parta pro abraço!.

Aí sim, poderemos afirmar que tivemos de fato um ótimo e feliz ano novo.

O que desejo, de coração, pros meus amigos, parceiros, colegas, alunos, ex-alunos e demais pessoas é que 2010 seja realmente 10!

 
Abraços... E contem comigo!

Flávia Rocha

Escrito por F. R. às 15h42 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Estação de Duas Estradas. Desativada e abandonada.

Papo de ônibus - 08

Tenho uma amiga que diz que se eu for na esquina de qualquer lugar do mundo e conversar cinco minutos com alguém descubro que essa pessoa ou é, ou conhece, ou tem família, ou tem um amigo, ou já foi, ou no mínimo já ouviu falar em Duas Estradas, minha amada e famosa cidade, rsss (ok, o famosa é por minha conta).

Pois bem, meu Papo de Ônibus hoje foi mais ou menos assim.

Estava em pé no ônibus, esperando aparecer um lugarzinho pra sentar, o que aconteceu pertinho da Praça dos Muriçocas, em Miramar. Sento ao lado de uma senhora de baixa estatura, branquinha, cabelos de igual cor e sorriso fácil, que estava com um cacho de banana madura dentro de um saco transparente (tipo aqueles de supermercado), no colo, achei engraçado, mas não comentei nada.

Ela tinha acabado de tirar um segundo saco desse dito cacho e estava dobrando de uma forma toda especial, de modo que o saco ficou bem pequeno. Infelizmente não saberia aqui descrever o jeito como ela dobrava, mas fiquei prestando atenção pra aprender e ela percebeu.

Muito gentil perguntou: Voce quer aprender a dobrar desse jeito?

Disse que sim, que tinha um montão desses sacos lá em casa, e que seria ótimo porque ganharia um espaço enorme em meu armário. Ela riu e me ensinou.

Logo depois perguntei a ela quem a havia ensinado dobrar o saco daquela forma.

Minha tia, ela disse. Quando morei no interior, faz tempo. Minha tia morava perto da gente e de vez em quando me ensinava umas coisinhas.

Aí, a pergunta mágica. Que interior??? (minha amiga, quando ler isso aqui, vai morrer de rir, kkkk)

Ela disse: Sertãozinho.

E eu: Ah!! pertinho da minha terra.

E ela: Sua terra? Você é de onde?

Duas Estradas, falei.

Nesse momento, parece que liguei o botão do túnel do tempo da mulher. Olhinho brilhou e ela desatou a falar e lembrar das coisas de quando morou lá na região. Já, que , segundo ela, morou em Duas Estradas, Sertãozinho e Pirpirituba.

Eu já morei lá quando era criança, ela disse. Acho que nem era cidade, ainda. Tinha o armazém de tecido de seu Rozil (nem sei era esse o nome, ou o dono), era na esquina, perto da Estação do Trem.

Meu pai era fiscal e minha mãe era a madrinha de um dos filhos do pessoal do armazém, não lembro do nome agora. Lembro que ele convidou a gente pra ir morar numa casa bem grande que tinha logo depois da estação na subida de uma ladeira. Era mal-assombrada, lembro até hoje da minha mãe dizendo que ouviu a porta bater e outras coisas.

Disse isso e riu e eu ri junto. Lembrei que as pessoas que moraram lá sempre fizeram esse comentário.

E ela continuou... Era uma alegria quando o trem chegava, a gente ficava só esperando dar a hora. Vê as pessoas descendo do trem. Lá em Sertãozinho também, fiquei triste quando derrubaram a estação de lá, chorei e tudo.

Ela também lembrou de pessoas, sobrenomes de famílias da época que morava lá em Sertãozinho. Já chegando sua parada, perguntei qual era o seu nome, Lourdinha, ela disse. Infelizmente esqueci de perguntar seu sobrenome. Mas ainda perguntei sua idade, e me disse, 74 anos. Desceu lá na parada do Extra. Ia visitar a irmã, que mora pertinho dali.

Fiquei admirada com a memória que ela tinha pra fatos, nomes, situações que viveu. Parece que a infância dela foi realmente marcante. Tanto quanto foi a minha, em Duas Estradas. Por isso que amo tanto minha terra e carrego comigo um pedacinho dela pra onde eu for.

Escrito por F. R. às 18h28 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Divórcio com festa

Relações públicas celebra fim de relação de 4 anos em "descasamento" com buquê de camisinhas para "garantir diversão" e bolo com noivo indo embora

VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DA REPORTAGEM LOCAL

Quando receberam o cartão para a festa da relações públicas Meg Sousa, 28, os amigos estranharam o convite e acharam que era piada. "Vai rolar a megafesta do meu divórcio. Afinal, nem toda separação precisa ser triste", dizia.
Para comemorar o fim do casamento de quatro anos, ela reuniu 380 conhecidos -mais gente do que a cerimônia de união, que teve 130 pessoas- numa casa noturna da Vila Madalena, fechada só para o evento numa noite de sábado de maio, o mês das noivas.
A festa teve tudo do casamento: carro antigo com motorista, daqueles que levam as noivas à igreja, véu, vestido branco, bolo, docinhos, buquê, padrinhos -menos o noivo.
"Foi praticamente uma festa de casamento. Aliás, foi um descasamento, só não teve aliança", diz Meg, que está sem namorado fixo desde então.
Como praticamente não é igual, a festa teve algumas peculiaridades. Em vez de flores, o buquê era feito de camisinhas abertas, "para que a solteira que pegasse o arranjo não se amarrasse, mas tivesse diversão pelo resto da vida".
O bolo também teve uma simbologia: era partido ao meio, com a boneca da noiva, sorridente, segurando uma taça de champanhe, e o noivo, de costas, saindo com uma mala debaixo do braço.
E foram os próprios amigos mais próximos que ajudaram a organizar a festa e deram tudo. Um fez os convites, outro criou o site com informações da farra, um terceiro, dono de uma casa noturna, cedeu o espaço, outro fez o penteado e a maquiagem, e teve um ainda que fez os docinhos -"bem-separados", "um coração partido para não restar dúvidas", diz Meg.

Falecido
O ex-marido sabia da festa, foi convidado, disse que ia, mas como não se empolgou com a produção do evento, foi desconvidado de última hora.
A relação com o "falecido" (ela pede que ele seja chamado assim, sem nomes) é complicada e hoje eles só se falam para tratar da partilha dos bens.
Meg diz até que pensou em fazer lançamento de dardos na foto do ex-marido e colocar uma foto dele em rolos de papel higiênico, mas desistiu porque acabou por achar muito desrespeitoso e ofensivo.
Conhecida nas altas rodas de São Paulo, a banqueteira Vivi Barros diz já ter organizado há alguns meses uma festa de divórcio para 120 convidados.
"O objetivo dela era fazer uma festa para comemorar o divórcio, que foi litigioso e muito sofrido. E pediu várias coisas que o marido odiava e não poderia nem ver, como bacalhau. Tudo o que ele odiava, ela fez, até colocou um vestido curto vermelho, que ele a proibia de usar", diz Vivi.
Enquanto as festas de divórcio viram moda no país, o Senado deve votar nos próximos dias, em segundo turno, uma mudança na Constituição que agiliza o processo de separação ao extinguir a etapa de dois anos entre o pedido e a homologação do desquite.
Os amigos de Meg, que no começo estranharam o convite inusitado, dizem que a festa foi a melhor a que já foram na vida. E pedem mais. Agora, ela já planeja a festa de um ano de divorciada para maio.

Da Folha de S. Paulo, 13 de Dezembro de 2009.

Escrito por F. R. às 09h52 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Papo de Ônibus- 07

Dessa vez, eu sou a protagonista do Papo de ônibus.

Quem me conhece sabe que adoro ler, então, sempre ando com um livro a tiracolo porque quando tenho uma brecha, já começo a ler. No ônibus não é diferente. Sempre que consigo sentar já vou tirando o livrinho da bolsa e foi o que aconteceu semana passada. Sentei, tirei o livro da bolsa e logo na parada seguinte um senhor sentou ao meu lado e...

- Tá quente, né, Dona.

- Tá sim, disse, com cara de poucos amigos (eu não gosto de ser interrompida quando estou lendo, principalmente nesses últimos dias porque tenho tido pouquíssimo tempo pra ler)

- Isso aqui já é Epitácio?

- Não, ainda estamos no Miramar, Epitácio é daqui a pouquinho, uns minutinhos e já chega.

- A senhora tá lendo o que?

Mostrei a capa do livro e disse: Memórias do Olhar, de Raul Córdula. E voltei a ler.

- Raul Córdula? Não conheço esse escritor. Ele é daqui?

- Não sei ao certo, apenas que é artista plástico, escritor, mora em Olinda mas tem uma ligação muito estreita com João Pessoa, inclusive, esse livro é sobre artistas paraibanos da década de 50, a vida, um pouco da obra deles e tal.

Nisso, já tava quase desistindo da leitura mas já me animei porque o ônibus dobrou a esquina e chegou na Epitácio. Prontamente já avisei: Aqui é Epitácio, o Senhor vai descer por aqui?

Ele disse: Ia, mas tá tão bom o papo que decidi descer lá na Lagoa mesmo. Me fale mais sobre esse livro...

Só fiz fechar o livro e entucar na bolsa. Desisti da leitura. Percebi que ele só queria um desculpar para conversar e foi o que fizemos até a parada que eu desço, até que o papo foi bom, rss.

Escrito por F. R. às 18h09 [ ] [ envie esta mensagem ] []

PAPO DE ÔNIBUS - 06

Dois jovens homossexuais (bichinha é preconceituoso) animados, muito animados, já entraram falando alto no ônibus que estava lotado. Tinham idade entre 20, 22 anos (descobri durante a conversa que era mais ou menos por aí mesmo).Era início de noite, 19 horas, mais ou menos.

Eram amigos e estavam voltando da escola, pelo que entendi. No meio do ônibus, enquanto procuravam lugar pra se acomodar, um deles encontrou a tia, daí, já viram o fuá, né, rsss. Foi muito engraçado o papo que descrevo abaixo.

Atenção: eles não falavam, eles GRITAVAM, enquanto conversavam, então imaginem que o ônibus todo participou da conversa.

- Tia mulher, tu por aqui. Tudo joia? Nem fosse pra minha festa de aniversário? Porque, hein?

- Porque não fui convidada, só por isso. Tu lembra de ter me convidado? Eu não lembro de ter recebido convite. Ela disse isso rindo alto.

Nessa hora o ônibus todo caiu na gargalhada, ele ficou todo sem graça, riu e disse que tia não precisa convidar porque já é de casa (vê que desculpa horrorosa, rss)

- Mulher, mas nao perdesse nada, visse, a festa foi um horror! Tinha mais gente que comida. Bando de pobre que parecia nunca ter ir a uma festa chique, com comida boa e diferente (novas gargalhadas no ônibus).

A tia perguntou: Fizesse o que pra comer?

Ele saiu dizendo... salpicão, arroz com passas e ainda fiz um bolo de noiva (!) de 25kg. Quase fico sem braço de tanto fazer comida. Povo horroroso! Não sabe se comportar. Naaaaão!

A tia: vixe maria! E tinha quantas pessoas nessa festa?

- Menina, tinha pra mais de 100! respondeu ele. E o povo ainda saiu falando que eu soube. Que tinha pouca comida, pouca bebida. Tu acha!? A gente convida um e chega logo 5! A comida nunca ia dá, né não!

- Ele disse: Ano que vem, minha filha, já sei... nos meus 21 anos eu vou comemorar numa pizzaria e cada um que pague a sua pizza e ainda vão pagar a minha porque eu que sou o aniversariante, né.

Disse isso e deu uma daquelas gargalhadas que só gay sabe, kkkkkkkk. A tia e todo o ônibus que tava ouvindo a conversa riu junto, claro.


- Chega, tá chegando nossa parada, bicha! Ele disse pro amigo, que durante toda a conversa só confirmava tudo que ele dizia, tipo papagaio de pirata, saca!

- Tchau tia, depois vou na tua casa. Disse isso já se encaminhando pra porta do ônibus e a tia do lado de cá, gritou: Me chame pro rodízio ano que vem que eu vou e ainda pago a minha pizza, tá!

O que aconteceu? O ônibus todo caiu na gargalhada, de novo!  

Pra ler as outras histórias, ver mensagens anteriores (no final do blog)

Escrito por F. R. às 17h48 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Vídeo mais visto na internet, até hoje. Mais de 50 milhões de acessos.

 

Dica do Gogojob.

Escrito por F. R. às 17h52 [ ] [ envie esta mensagem ] []

UMA BURCA PARA GEISY por Miguezim de Princesa

I
Quando Geisy apareceu

Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
 
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
"Arrocha a tampa, gostosa!"
 
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
 
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
 
V
Geisy ficou acuada,
Num canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: "oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!"
 
VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
 
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
 
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
 
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
 
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.

Escrito por F. R. às 17h20 [ ] [ envie esta mensagem ] []

O Quinto dos Infernos!

Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O Quinto dos  Infernos". A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira",  que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva  Xavier, o Tiradentes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a  carga tributária brasileira deverá  chegar ao final deste ano de 2009 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa  produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...

Para que? Para sustentar a corrupção, o PAC, o mensalão, o Senado com sua legião de "diretores", a festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar no executivo. Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos"  para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!

(circula na internet. Não tem autoria)

Escrito por F. R. às 09h30 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Exame de vista chinês

Não consegue ler??

... experimente puxar os cantos dos olhos como os chineses.

 

Escrito por F. R. às 09h21 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Adoro Veríssimoooooo!!
Degustação de vinho em Minas 
(por Luis Fernando Veríssimo)

- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca?! Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas...
- Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como  segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima  com brabuleta...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?
- Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!...

Escrito por F. R. às 11h00 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Olha que pintura interessante!

Também enviada por Kolberg.

Adorei essa pintura. Mostra como o mundo é infinitamente maior que nós. Como somos pequeninhos e o quanto devemos respeitar a natureza, no sentido mais amplo da palavra, ao nosso redor.

Escrito por F. R. às 16h13 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Rádio e internet são as mídias de maior credibilidade, revela pesquisa

Um estudo realizado pelo Instituto Vox Populi, encomendado pela Máquina da Notícia, aponta que o rádio e a internet são as mídias que despertam mais credibilidade entre os brasileiros. Em uma escala de 1 a 10, o rádio conquistou a maior nota (8,21), quase empatando com a internet (8,20), seguidos pela TV (8,12), jornal (7,99), revista (7,79) e redes sociais (7,74).

A pesquisa mostrou que as mídias apontadas pela credibilidade não são necessariamente as mais acessadas, já que a TV é vista pela maioria dos respondentes (99,3%), seguida por rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet - sites de notícias e blogs de jornalistas - (52,8%), revista impressa (51,1%), redes sociais - Twitter, Orkut, Facebook, etc - (42,7%), a versão online dos jornais impressos (37,4%) e a versão online das revistas impressas (22,8%).

O economista e coordenador da pesquisa, Luis Contreras, consultor do Grupo Máquina, destaca o avanço das redes sociais, que se aproximam do índice de credibilidade das demais fontes de informação. “Entre os usuários dessa nova mídia, 40% consideram-na como de credibilidade muito alta. Isso nos mostra claramente que não podemos ignorar o poder das redes sociais na formação de opinião”, enfatiza.

Entre os principais meios de informação, a TV continua na liderança (55,9%), seguida pela internet - sites de notícias/blogs jornalísticos - (20,4%), jornal impresso (10,5), rádio (7,8%), internet - redes sociais - 2,7%, jornal online (1,8%), revista impressa (0,8%) e revista online (0,1%).

O estudo entrevistou 2.500 pessoas maiores de 16 anos, entre 25/08 e 09/09, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Fonte: Site Comunique-se

 

 

Escrito por F. R. às 15h50 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Significado da palavra ANFITRIÃO

Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.
Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para
deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para
montar guarda no portão.
Uma grande confusão foi criada, pois evidentemente, Anfitrião duvidou da
fidelidade da esposa.
No fim, tudo foi esclarecido por Zeus, e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do deus.
Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.
A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de 'aquele que recebe em casa'.
Portanto, ANFITRIÃO é sinônimo de: CORNO MANSO FELIZ!

Resumindo: QUANDO DISSEREM QUE VOCÊ É UM BOM ANFITRIÃO, FIQUE DE ORELHA EM PÉ!

enviado pelo colega Kolberg

Escrito por F. R. às 15h47 [ ] [ envie esta mensagem ] []

-Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com
minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Dotô, resumino, eu levo ou deixo os pato?

Enviada por meu amigo Kolberg

Escrito por F. R. às 16h11 [ ] [ envie esta mensagem ] []

 Uma sinfonia composta por toques de celulares

Comercial para a Vodafone da Nova Zelândia faz a sinfonia 1812, de Tchaikovsky,  a partir de mil aparelhos celulares e 2 mil alertas de SMS.

Só fico imaginando o trabalho que deu pra produzir um comercial desses... 

Fonte: Gogojob

Escrito por F. R. às 11h40 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Espetáculo de dança telemática utiliza-se de pesquisas da UFPB

Estudos do Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (LAVID), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), serão utilizados em espetáculo de dança telemática nesta terça-feira (6), às 18h, unindo Fortaleza, Natal e Barcelona. Esses estudos combinam componentes de suporte à transmissão de vídeo de alta qualidade e à comunicação em tempo real entre grupos de usuários

A performance artística articulará dançarinos em ambientes remotos com um robô e contará ainda com a participação de usuários da Internet, que aparecerão em cena como avatares (animação 3D). A obra, de nome e-Pormundos Afeto, questiona as mudanças no comportamento provocadas pela relativização entre perto e longe, presente e ausente, real e virtual, causadas pela inserção cada vez maior da virtualidade em nossas vidas, que estão em contato constante e direto com dispositivos digitais que estendem, reduzem e transportam nossas identidades para outras dimensões.

O espetáculo é a soma de contribuições dos dançarinos, do robô, dos músicos e do próprio público, que estarão conectados por uma infraestrutura de recepção e envio de sons e imagens de alta qualidade, transmitidos através de uma rede de alta velocidade. Em Fortaleza, o espetáculo poderá ser acompanhado ao vivo, no Teatro Dragão do Mar. Os interessados em qualquer outro lugar poderão assistir e participar virtualmente do espetáculo acessando os sites www.lavid.ufpb.br/gtmda ou http://www.mapad2.ufba.br.

A apresentação do e-Pormundos Afeto ocorre no âmbito do GT Mídias Digitais e Arte (GT-MDA), um dos Grupos de Trabalho (GT) da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). O objetivo do GT-MDA é implementar uma infraestrutura de software e hardware para suporte à realização de eventos midiáticos distribuídos, como o e-Pormundos Afeto, que conectam em tempo real pessoas e mídias digitais através de redes de computadores de alta capacidade de transmissão. Soma-se a isso a experiência do Grupo de Pesquisa Poética Tecnológica na Dança, especializado na mediação entre as artes do corpo e as novas mídias e que, nos últimos quatro anos, tem desenvolvido pesquisas no campo da Internet. O espetáculo e-Pormundos Afeto conta também com a participação do grupo catalão Konic, pioneiro em dança com mediação tecnológica na Espanha.

http://www.agencia.ufpb.br/vernoticias.php?pk_noticia=10857

Escrito por F. R. às 09h37 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Muito legal essa campanha para divulgar um motel, na cidade de Natal, utilizando-se de Outdoors. Porque campanha de motel não precisa ser vulgar. Vejam:

dolceamore

Via Gogojog

Escrito por F. R. às 09h35 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Phillip Kotler fala sobre a importância das Mídias Sociais para pequenas e médias empresas. Veja vídeo.

 

Escrito por F. R. às 16h18 [ ] [ envie esta mensagem ] []

Próximo dia 12 de Outubro, além de ser comemorado o Dia das Crianças, a padroeira do Brasil, Nsa. Sra. Aparecida e o Descobrimento da América, desde o ano passado também é comemorado o Dia Nacional da Leitura.

Acho super válido o incentivo a leitura, mas me entristece saber que precisamos ter um dia pra lembrar de algo que deveria ser absolutamente corriqueiro em nossa vida, a leitura.

Clique aqui pra conhecer mais sobre o Dia Nacional da Leitura, e já que temos mais essa comemoração no dia 12/10, vamos fazer por merece-la. Muita leitura, gente!!!!!!!

 

Escrito por F. R. às 15h13 [ ] [ envie esta mensagem ] []

É pão! Mas você comeria?

Trata-se de uma padaria da Tailândia, na província de Ratchaburi (100 km a oeste de Bangkok). Eles pretendem difundir o pensamento budista de não acreditar no que se vê, porque o que se vê, pode não ser tão real quanto parece.
Os detalhes fazem a perfeição da criação, parecendo quase real e chamando a atenção de todos que passam em frente à padaria. Veja fotos abaixo.

Não sei se eu comeria! 

Essa foi enviada por meu amigo, João.

Escrito por F. R. às 15h38 [ ] [ envie esta mensagem ] []